Inato vs Adquirido – A eterna questão

De onde vem o talento? Nasce-se com ele, ou adquire-se?

Apesar de ser um tema bastante explorado por ai, ainda não o fiz aqui.

Todos concordamos que há quem tenha mais “jeito” para umas coisas que outros. Muitos tentam desenhar e não passam de bonecos de palitos e pequenos rabiscos. A outros basta um simples lápis para a criação de uma imagem imensamente agradável à vista. Aprendemos isto? Penso que não. No entanto para quem queira ser verdadeiramente bom, ou para quem anseie tocar a perfeição, é necessário trabalho, é necessário treino, esforço, dedicação. O mesmo se passa em muitas das outras artes. Na escrita, na música, etc, etc.

Será então escusado o trabalho aos que não têm esse “talento inato”? Ou simplesmente têm de se esforçar bastante mais para conseguir chegar ao nível dos que o têm?

E para os que o têm, não acharão eles que não precisam fazer nada, porque o talento está lá, e ficarem assim muito aquém do que poderiam ser?

Talentos acomodados e Frustrados trabalhadores que nunca chegarão lá? Será que assim se resume?

E os que conseguem: talentos que se esforçam um pouco, ou dedicação extrema que fez nascer algum talento?

Será o talento vindo do esforço, alguma vez igualável ao talento natural?

Psicologicamente submersa na eterna questão do inato vs adquirido…

Publicado em Pensamentos. 7 Comments »

7 Respostas to “Inato vs Adquirido – A eterna questão”

  1. Raquel Moniz Says:

    Principalmente sendo um talento inato, é fundamental que se continue a trabalhar na sua evolução, no seu desenvolvimento, e tanto ou mais do que num talento adquirido.

  2. Pedro Miranda Says:

    penso que os talentos são principalmente adquiridos, mas podem florir de características inatas. por exemplo, uma pessoa com uma percepção espacial desenvolvida terá melhor jeito para desenho e representação espacial. Mas como as estruturas cerebrais são muito flexiveis e adaptáveis, isso pode ser adquirido a uma velocidade relâmpago nos primeiros anos de vida.
    Acho que os talentos dependem daquilo que fazemos ou nos levam a fazer nos primeiros 12 anos de vida. mesmo ouvir determinada peça de musica pode reorganizar os processos cerebrais de tal maneira que possamos ficar com uma certa característica predominante.

  3. Dunya Says:

    É inato e adquirido🙂
    O necessário é desenvolver a nossa inclinação natural. Tenho inclinação para as letras, logo não me vou dedicar à matemática :p

  4. acrisalves Says:

    Eu acredito nas duas coisas… Existem capacidades ou tendências inatas, mas é necessário estimulá-las. Da mesma maneira, coisas que fazemos dificilmente podem ser trabalhadas.🙂

  5. Parvo Na Cadeira Says:

    Discutivel, filosoficamente falando… lool

    É uma bela mescla dos dois, mas sem dúvida que o peso maior será do esforço que metemos naquilo que fazemos.

  6. elitom Says:

    concordo com a opiniaão de que o talento seja inato e adquerido,pois não poderiamos explicar os genios se o talento fosse apenas adquerid,nem muito menos o aprendizado nas escolas.dessa forma, acredito que haja uma predisposição para o conhecimento de algo mas é com a esperiencia que este conhecimento se desenvolve mais rapido

  7. Diana Says:

    Eu acredito que o talento seja tanto nato como adquirido.
    Pensemos no Cristiano Ronaldo, de onde ele veio muitos estiveram com ele e não chegaram a ser tão bons como o Ronaldo.
    Lógico que ele treina bastante e tem grande motivação para o jogo mas aquele talento veio também de algum lado.


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