Abortemos irmãos!

Chegou a altura de vos dar a minha opinião acerca da despenalização (ou não) da interrupção voluntária da gravidez. O referendo aproxima-se, e com ele, surgem posts e posts, notícias e notícias, movimentos e movimentos, a favor do não ou do sim, relativamente a esta questão.

Se há uns anos atrás, a minha opinião se encontrava indubitavelmente do lado do sim (porque não considero como um atentado à vida humana, mas sim um evitar da existência de um humano indesejado…), no presente não consigo encontrar justificações que pendam só para um dos lados. (Também serve este post, para tentar balancear os prós e contras de ambas as opções, de forma a tomar uma decisão em maior consciência).

Não acho que seja uma questão tão simples como pode à partida parecer, isto é: não se trata só de abortar ou não, existem inúmeras questões que se prendem com a questão principal, inúmeras consequências, se assim preferirem.

Como tal, confesso que olho com desagrado para movimentos publicitários. “VOTE SIM – TRATA-SE DA LIBERDADE DAS MULHERES”, ou “VOTE NÃO – NÃO VOTE PELA MORTE”, ou … mil e outros slogans, alguns deles até originais, que se têm encontrado por aí. Cada um é livre de ter a sua opinião, e deve votar pela sua cabeça, e não pelo que acham os outros… Achava muito mais positivo que se tentassem prever as consequências positivas e negativas para ambas as opções, do que simplesmente “fechar os olhos à opinião que não nos agrada”. Não se trata de haver vencedores ou vencidos, mas sim de se encontrar a melhor forma de gerir uma questão importante para o nosso país. Quanto a mim, é nisso, que cada um deveria pensar…

Pensemos no “NÃO”. Não devemos despenalizar. Porquê?

– Talvez o maior perigo, é que o aborto comece a ser usado como método contraceptivo. Muitos são os casos de gravidezes indesejadas, muitos são os casos, de uso da pílula do dia seguinte. Isto mostra-nos, à partida, que os portugueses ainda praticam muitas relações sexuais desprotegidas, mesmo quando não desejam uma gravidez. E que não se importam de usar métodos “de emergência”. Logo… o descuido, de certo, continuará a existir, mas “se correr mal, aborta-se…”. Penso que as pessoas deveriam ter o discernimento para não usar o aborto de ânimo assim tão leve, mas se muitos não têm o discernimento de tomar um comprimidinho como a pílula, ou usar o coisinho chamado preservativo, já nada me admira. Poderemos pensar “mas o aborto já se faz, clandestinamente ou no estrangeiro..”. É certo. Mas acredito que haja uma percentagem de pessoas, que opta por ter o filho, mesmo quando não o quer, devido ao aborto não estar liberalizado. Caso esteja: é uma opção a usar, como qualquer outra. (relativamente ao futuro das crianças, já falo no lado do sim…)

– Acho, no mínimo, engraçado, notícias, como esta:A Clínica dos Arcos, que nos últimos 12 meses recebeu nas suas instalações, em Espanha, quatro mil portuguesas que queriam interromper a sua gravidez, vai abrir instalações no centro de Lisboa durante o primeiro trimestre de 2007, antes do referendo. Mas já estará certa a vitória do SIM, e ainda não sabemos de nada? O objectivo do governo com a repetição do referendo é simplesmente um negócio para clínicas privadas? Confesso que este tipo de coisas, deixam-me de imediato com alguma vontade de votar NÃO… No entanto, acho que não deveremos confundir as questões, e não seria propriamente um não contra a despenalização do aborto, mas sim quanto aos critérios da realização do referendo, e nesse caso, preferiria optar por votar em branco, mostrando assim alguma indignação perante os nossos regimes políticos. (Aproveito por salientar a diferença: não votar = desinteresse, votar em branco = indignação).

Mas este é também é um ponto importante: Onde vão ser realizados os abortos, nos hospitais públicos? E nesse caso, ainda irão entupir mais os nossos serviços de saúde? Este não deveria ser um motivo de peso, porque os nossos serviços de saúde é que têm problemas graves, e deveriam ter a capacidade de assegurar tudo, inclusive os abortos…mas infelizmente sabemos não ser essa a nossa realidade actual. E se forem realizados somente em clínicas privadas: Ficaram as mulheres sujeitas a ter de pagar balúrdios? Não deixa de ser um serviço de “saúde”, e não um luxo… e provavelmente um dos motivos que leva a mulher a não querer a criança, são dificuldades económicas… Não são questões “fáceis”, e sinceramente não sei dizer qual a melhor opção.

E mergulhemos no SIM, devemos despenalizar o aborto.

– Porque ter um filho deverá ser uma opção do próprio. Porque errar é humano, e pode haver um azar (um preservativo romper, um esquecimento de toma de pílula…). Parece um pouco idiota, despenalizar o aborto, simplesmente porque há azares e descuidos (Não rocem objectos extra-corporais pontiagudos no raio dos preservativos, e usem um alarmezinho diário no telemóvel para o raio da pílula. Se usarem ambos, mal será que tudo corra mal). Mas a Lei de Murphy existe, e pode haver um grande azar, e mesmo assim não se conseguir a pílula do dia seguinte. Se pensarmos assim, os abortos seriam raros… logo, não havia problemas.

– Um filho deve ser desejado e planeado. Vamos ter uma criança que não queremos? Vamos sofrer uma depressão pós-parto terrível, porque não queríamos aquela criança ao pé de nós? Uma criança que destruirá todos os planos que haviam sido previamente estabelecidos… É melhor deitar uma criança ao abandono, ou dá-la, porque não se conseguiu abortar? É preferir dar-lhe uma péssima educação, porque os pais não estavam mentalmente preparados para ser pais? É preferir criar um pequeno vândalo, revoltado? Poderão dizer que muitas crianças não desejadas, no futuro, são tão amadas e bem cuidadas pelos pais, com uma criança que foi desejada. Mas muitas nunca o são… e a mulher deverá ter o direito de escolher se está ou não preparada para seguir em frente com a gravidez. O corpo é da mulher, é ela, e o pai, que vão cuidar (ou não) daquele filho. Eles saberão se estarão capazes ou não para tê-lo, e se optarem pelo aborto (como o que acham melhor para eles, e até para os filhos que terão futuramente, quando o desejarem, ou para os filhos que já têm previamente) devem ser castigados socialmente por isso? Não serão os remorsos, castigo suficiente? É difícil separar a “não penalização”, pela “liberalização”, na prática, são conceitos semelhantes em demasia. Mas somos obrigados a cuidar de alguém que não queremos que exista, quando fomos nos que o concebemos? Devemos ser penalizados, por uma escolha que fizemos em relação ao nosso próprio corpo? Não devemos ter direito a fazê-lo num ambiente seguro, sem risco para a nossa própria vida?

É preferível um aborto, ou posteriores maltratos? Maltratar uma criança que já nasceu, é crime, evitar que isso aconteça, é uma escolha.

Não é uma escolha fácil, entre o SIM e o NÃO, mas pensem, reflictam, e mais importante: votem. Votem em branco se não chegarem a uma conclusão, é preferível, do que votar no sim, porque sim, ou no não, porque não (aí, vocês é que são os abortos…)

A palavra-chave, não deveria ser aborto, mas sim PREVENÇÃO. Não devíamos somente tentar informar os nossos jovens, mas exercer politicas de prevenção mais incisivas. Distribuam mais preservativos por aí, baixem-lhe os preços, tentem mudar a consciência dos pais, que preferem que os filhos tenham relações desprotegidas, do que aceitar que os filhos tenham relações sexuais… O dinheiro gasto com o referendo, não tinha sido nada mal gasto em politicas de prevenção, digo eu…

Psicologicamente a reflectir sobre o aborto… (não, não é o aborto da vizinha, nem aquela besta que é um aborto, é mesmo sobre o referendo do próximo dia 11 de Fevereiro).

26 Respostas to “Abortemos irmãos!”

  1. oyadama Says:

    Hmm, my opinion is that if you get pregnant and it is unplanned, that you should be able to get the abortion. Using it as a contraceptive method is wrong, then again thats just my opinion.

    Basically, get the abortion if you get pregnant and can’t afford or support the child as needed. But DO NOT get an abortion just because you use it as a form of contraception.

    That seems to be my final judgment on ‘this’ matter.

  2. acrisalves Says:

    Relativamente aos argumentos do não….
    – sinceramente , pelo que vejo, quem não quer ter filhos não tem, nem como, costumo dar o exmeplo, se atire das escadas abaixo para isso.
    – o facto de haver clínicas privadas, significa o que sempre significou a actual lei referente ao aborto – os ricos pagam e fazem com condições, quem não tem dinheiro lixa a saúde ou morre
    – relativamente a entupir os hospitais… actualmente quem aborta em más condições também vai lá parar com infecções e problemas… Por outro lado, se fossem prender todas as senhoras que resolvem interromper a gravidez, não havia prisões que chegassem… e gastavam o dinheiro do estado na mesma…

    Não , não sou a favor de utilizar o aborto como método banal de contraceptivo… não sou é a favor que se prendam as mulheres que optem por essa opção…

    Cumprimentos ***

  3. Parvo Na Cadeira Says:

    Eu também me pronunciei sobre esta problemática aqui: http://ofactorf.wordpress.com/2007/01/15/aborto-ou-que-comecem-os-jogos/
    portanto nada que dissesse neste comentário cobria o que penso como o que aí está.

    Apenas menciono que me esqueci de referir, a questão do preço em termos monetários dum aborto, mas segundo o que vi num jornal, existem já métodos relativamente baratos para abortar, quanto ao acompanhamento esse devia ser grátis, senão é ver depressões e suícidios…

    Mas presumo que fazendo o referendo, se o SIM ganhar têm de se criar as condições necessárias. O facto de termos políticos de merda não pode impedir a nossa escolha neste referendo.

  4. Psicologicamente... Says:

    E sempre é melhor que seja legal, do que mulheres ai a atirarem-se pelas escadas abaixo lol

    O mal das privadas, acaba por existir em muitas outras coisas… o aborto é só mais uma delas.

    Também sou pelo Sim, e pelo direito dessa opção, mas é a tal coisa, que há o risco que se aumentem os “descuidos”, não sei se não há…

    Também não andam muitas mulheres a ser presas por aborto, é mais a questão de “ah e tal, uns meses de pena suspensa”.

  5. oyadama Says:

    Even if Portugal has it outlawed, there is always ways to get it done legally. IE Spain. Doing it Illegally is a ‘do at your own risk’ type of move, and any issues are your own fault in my opinion.

  6. fontez Says:

    1-Já existe uma lei em que permite o aborto com as tais excepções cumpridas, por isso o não da Igreja não entra neste referendo.
    2-Neste referendo entra dois “sims”, o sim pelo aborto clandestino, e o sim pelo aborto publico…!
    Mas se o referendo fosse sobre “concorda com o aborto ou não seja quais forem as circunstâncias?”, votaríamos na morte do Ser Humano (sim já é Ser) ou então na morte do Sofrimento da mulher! Admito que não tenho posição, nem sei se chegarei a ter…! É um problema bastante intimo e de consciência, não creio que tanto o sim como o não se possam gabar de que as certezas de problemas complexos sejam fáceis de digerir e/ou tratar…! E depois há os radicalimos pois…! Pena.

  7. acrisalves Says:

    “oyadama Says:
    Janeiro 15th, 2007 at 8:47 am
    Even if Portugal has it outlawed, there is always ways to get it done legally. IE Spain. Doing it Illegally is a ‘do at your own risk’ type of move, and any issues are your own fault in my opinion.”

    é verdade… mas a opção só existe para quem tiver o dinheiro para isso. não para todos.

  8. oyadama Says:

    “acrisalves Says:
    Janeiro 15th, 2007 at 3:19 pm
    é verdade… mas a opção só existe para quem tiver o dinheiro para isso. não para todos.”

    Yea, that’s true as well. But abortion is still something that shouldn’t be done unless you are sure. If you don’t have the money for it then you should get birth control (IE: The Pill, Condoms, etc.).

    Its not impossible to prevent pregnancy, abortion is just to cease pregnancies that are unwanted as well as not being able to care for the kid. Most people would know before hand if they could or couldn’t take care of their child.

  9. anonimo Says:

    eu voto nao.sabes se tu estibvesses no lugar de uma criança, kerias morrer???????????????keria ver se kerias.ha um ser k existe na barriga da mae.para mim é crime. mas é pena k nao vao parar a prisao por kausa do ke DIZEM e do ke FAZEM. tenho pena mesmo.havia de ser tu para veres.ate nunka.

  10. Parvo Na Cadeira Says:

    Anónimo, quem te deixou nascer provavelmente tinha feito um abortozinho mesmo à maneira para não sair uma bsta como tu.

    Não tens idade para votar (o que é comprovado pela criancice do teu comentário) e por boa razão, és um idiota que ainda não cresceu o suficiente para compreender problemáticas destas.

  11. Bikoka Frita Says:

    Psicologicamente concordo a 100% com as conclusões do teu post. A chave deste problema está na prevenção, informação e educação.
    Não sei ainda se vou votar Sim ou Não. Em consciência deveria votar não mas a questão não é simples.
    Uma coisa que sempe mexeu com a minha cabeça é o seguinte: se a mulher vai para cadeia porque aborta e comete um crime então e o Pai da criança? Não deveria ele ser chamado à responsabilidade também. Que eu saiba têm de ser 2 pessoas de sexo diferente para fazer um filho e então porque é que apenas a mulher pode ser penalizada por um aborto?
    Gostava que alguém me respondesse a esta questão.

  12. Psicologicamente... Says:

    Também concordo que a responsabilidade é igual, por parte de homem e mulher, nenhum deles faria a criança sozinho… Penso que a justificação para o pai não ser chamado à responsabilidade, se prende com o facto deste não poder “proibir” a mulher de fazer ou não o aborto…Isto é, ela pode sempre alegar que o fez sem o concentimento dele. A única forma de superar isto, talvez fosse o ser necessário um concentimento por escrito, por parte do pai, ou a assinatura/presença do mesmo para que se pudesse realizar um aborto, mas algo como isto não podia existir, sendo o aborto ilegal… (lol)

    E caso se colocasse em prática esse concentimento, ficariamos sempre com a questão contrária. “onde está a liberdade da mulher, caso o homem não lhe de esse concentimento?” … E o problema mantém-se.

    Tudo é muito simples, em relações estáveis, em que a decisão é tomada de comum acordo e com o apoio de ambas as partes, mas quando são relações desestruturadas (como talvez aconteça na maioria dos casos em que se deseja o aborto), torna-se complicado penalizar um pela decisão (ou não decisão) do outro…

  13. Parvo Na Cadeira Says:

    A decisão é da mulher, o homem não pode, nem deve influenciar a escolha da mulher.

    Claro que sabemos que há casos que não são assim, mas isso é uma questão de investigação, nesses casos o homem devia ser julgado também (ou qualquer outra pessoa que influenciasse a decisão).

    Não me canso de repetir, que votar não, não vai acabar com abortos, acaba simplesmente com a precaridade que estes são feitos. Há muita gente por aí com a cabeça na areia a pensar e a fazer pensar que a penalização do aborto (como está neste momento) acaba com os abortos, isso não é de maneira alguma verdade.

    A ùnica razão pela qual esta matéria vai a referendo é só uma: política. Nenhum partido no poder quer perder votos por passar uma lei impopular. É o problema deste país, políticos sem tomates (é uma força de expressão, não me venham com coisas sobre machismo).

  14. Bikoka Frita Says:

    A questão que eu levantei foi a seguinte: qual a razão de uma mulher ir a julgamento porque fez um aborto e o homem que também gerou a criança não?

    A nossa Constituição diz no nº 2 do artº 13:

    “Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.”

    Não estará a Constituição a ser violada neste caso?

  15. Parvo Na Cadeira Says:

    Porque que a mulher tinha a intenção de abortar é claro, senão não o teria feito (isto exclui a coacção). Se o homem também era dessa vontade é algo a apurar através de investigação (não deve ser assim que funciona, deveria ser assim que devia funcionar talvez).

    E se o aborto tivesse sido feito sem o conhecimento sequer da gravidez por parte do homem?

    O homem “deixa lá a sementinha” e pode nem saber de mais nada.
    A mulher por outro lado sabe que está grávida a dada altura, pois tem “avisos”.

    Concordo que se ambos planearam o aborto ambos sejam julgados (perante a legislação em vigor).

  16. Bikoka Frita Says:

    Ora era aqui mesmo onde eu queria chegar: quando se mete os homens ao barulho o caso muda logo de figura. Quando os homens forem responsabilizados também tenho quase a certeza que se despenaliza logo o aborto sem ser necessário um referendo.
    “O homem “deixa lá a sementinha” e pode nem saber de mais nada.” – sim tudo bem mas para deixar lá a semetinha ele até quis saber e mais até participou. Porque razão deixa de ser responsável pelo acto do aborto? Não contribui ele materialmente para o acto do aborto?
    Psicologicamente complicado diria eu.

  17. Sérgio Says:

    Parvo Na Cadeira says it all.

  18. Parvo Na Cadeira Says:

    Isso é o mesmo que dizer que por deixar cair uma faca no meio do passeio sou responsável pelo assassinato ocorrido 2 dias depois por uma pessoa que pegou nela.

    A faca estava lá, mas não era minha intenção que alguém pegasse nela para fazer o que fosse, nem era minha intenção deixá-la lá.

  19. Bikoka Frita Says:

    Nessa tua comparação, Parvo na Cadeira, a mulher é quem: a faca, o passeio ou a pessoa que pegou na faca? E o homem é quem?
    É como eu digo quando se mete o homem ao barulho nestas coisas do aborto, começamos a assobiar para o lado e a falar de sementinhas.

  20. monge_galileu Says:

    ” minha opinião se encontrava indubitavelmente… ”

    oara bem me parecia que valia a pena continuar com este blog nos links!, quanto mais nao seja por esta breve referência ao meu Indubitavelmente🙂

    axo que a tua comparação de factos esta bem organizada. eu ja tenho a inha opinião e de certez que tu tens a tua , o importante agora é votar

    fica bem e continua a postar!

  21. Psicologicamente... Says:

    ahahahhaha

    Agora que reparas, até podia ter colocado link na palavra LOL

    tks😉

  22. Parvo Na Cadeira Says:

    Eu era obviamente o homem, a pessoa que pegou na faca a mulher e a faca a “sementinha”😛

    Por muito que queiras, o homem só é responsável pelo aborto se houver coacção, e aí coacção já é crime.

  23. Bikoka Frita Says:

    Isso tudo que dizes tem um nome: sacudir a água do capote!

  24. Stat(ing) My Mind » Arquivo » Aborto em prespectivas Says:

    […] “Abortemos Irmãos!” foi também o titulo que a Sara do Psicologicamente deu a um artigo onde expressou prós e contras […]

  25. Juana Says:

    ei! eu nao tenho idade para votar e trato este ou qualquer outro assunto com grande seriedade! (apenas um apartezinho lol)
    seguindo, aborto…um tema interessante. Ora vejamos:
    se as pessoas, naturalmente, se abstivessem (nao sei se está bem escrito) não haveria gravidezes indesejadas, mas como isso é quase humanamente impossível, deixemos essa hipótese de lado.
    As mulheres merecem melhor do que estar de perna escanchada numa casa imunda, à mercê da sua (da casa, não da mulher lol) dona, ainda mais imunda, a fazer um aborto, sem direito a qualquer analgésico (ok, talvez uma ganzazita pa ficar mais dormente ou coisa assim, cujos efeitos desconheço com orgulho). Ora talvez por aí é que saiu este sonoro “sim” no referendo.
    Por outro lado, esta nova lei que irá sair, se calhar vai transmitir a ideia de “aborto por desporto” às jovens na minha faixa etária…não garantindo que a Lei de Murphy não faça a sua aparição pelos meus lados (citando o que alguem já escreveu aqui, desculpem mas já não estou a ver quem lol), vou escrever o que costumo dizer: Quem não quer filhos, que não se aventure a fazê-los. (para mim é fácil falar, estou em abstinência desde a minha vida no ventre lool).
    bem, com estas palavras me despeço (vou fazer estragos para outros lados hehe)
    *opiniões sempre sinceras* (o meu slogan não é sempre o mesmo, pois não? loool)
    agora vai passar a ser *sempre sincera* lol

  26. Nefretire Says:

    Sou contra o aborto !! pra mim seria uma solução apenas em estrupro>>>>
    minha opnião é a seguinte , deu? não se preveniu?? então assume !!!não existe niguem mais deseinformado pra não saber tomar uma pílula , ou faça-o usar camisinha!
    pq depois só sobra pra mulher!


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