50 mil à custa do Hi5!

Fazendo um intervalo dos posts de anime, hoje apetece-me fazer uma coisa que já não faço há muito: o típico post das pesquisas dos motores de busca. Isto porquê? Porque fui olhar para elas, e como sempre, vi belas pérolas. E além disso, agora podemos ver os termos mais pesquisados deste sempre, o que tem uma certa piada em termos de quantidade.

Fico contente por ver algumas, como: “higurashi no naku koro ni”; “suzumiya ordem”; “fate stay night”; “ipj Lisboa”; “inato versus adquirido”; “lista de filmes sobre psiquiatria”, que de facto, são relacionadas com posts deste blog. Portanto, aos que aqui chegaram em busca destes temas, espero que tenham encontrado o que procuravam.

Quanto aos outros…

E que tal mostrar parte da tabela dos mais vistos desde sempre?

Motores de Busca

Vejam por vocês!

Psicologicamente espantada.

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Hi5 ou Catálogo Humano? -(Novamente? Sim, são 1000 euros)

O Custódio, autor do blog Oportunidades de Dinheiro está a promover um concurso que nos permitirá, a nós bloggers, ganhar 1000 euros! E o que é preciso para tal? Simplesmente, pegar num dos vossos posts antigos, ou escrever um novo, e participar com ele. Fácil, não é? A perder, nada se tem, e para o Custódio esta é uma forma de publicitar ainda mais o seu blog, e consequentemente, aumentar os seus lucros (não fosse o tema do seu blog: como ganhar dinheiro na Internet).

Como tal, volto aqui a publicar este meu post acerca do hi5. E porque escolhi este post? Porque foi dos primeiros posts deste blog a atingir um grande número de views.

“Olhava eu brevemente para as tags do wordpress tentando perceber se muito já se tinha escrito sobre isto, e encontro este blog. (link actualmente obsoleto, que se referia a um blog semelhante ao hi5-porcas, onde eram expostas e comentadas (depreciativamente) as fotos que algumas raparigas colocavam nos seus hi5)

Começando pelo hi5: Para que serve? O que é? Quem o tem? Porque se registaram?

Inicialmente penso que muitos se registaram simplesmente pelo spam recebido através do registo dos amigos. “Ora…não tenho mais nada que fazer, porque não ir para lá também?”E assim começou uma grande saga!

Das pessoas que conhecem, que tenham Internet, que percentagem tem hi5? Digamos 90%… E basicamente, o que acontece lá? Procuram-se pessoas. Que pessoas? Aí está o busílis da questão, e aproveito aqui para dizer o que considero ser o único ponto positivo do hi5: encontrar velhos amigos. Pessoas com as quais havíamos perdido o contacto, que não víamos há anos, e ali nos surgem, diante dos nossos olhos, iguais ou diferentes daquilo que eram antes.

E fora isso, para que serve? Para exibicionismos e voyeurismos é genial! Uns procuram as fotos em que se consideram mais “apetecíveis” e as distribuem para olhares alheios, outros procuram incessantemente as melhores fotos para se divertirem no sossego do seu lar (óptimo para masturbação, portanto). E passando à segunda fase: o engate. Barato, com mais ou menos requinte, com melhor ou pior vocabulário (sendo este ultimo o mais comum), exemplos não faltam, e as tentativas de encontrar alguém que dê resposta proliferam.

Será este um dos melhores exemplos da fraqueza humana? Necessidade imensa de encontrar alguém, o não suportar estar sozinho? (e aqueles que nem estão sozinhos e também o fazem? O que serão?). Será somente uma nova forma de erotismo? (para não lhe chamar pornografia).

Passemos ao blog: Pelo que percebi, trata-se da exploração deste lado negro humano espelhado no hi5. Será recriminável explorar as fotos de jovens que inocentemente se registaram no hi5? Gozar com corpos menos perfeitos, porque tiveram também eles a coragem de se mostrar? Um misto dos objectivos do próprio hi5 com humor depreciativo.

Ou será louvável, por nos chamar a atenção de um local que se tornou simplesmente um catálogo de corpos humanos?

A verdade, é que são muitos os que por lá passam, tal como são muitos o que se encontram no hi5. Bom, mau? Não sei… deixo ao vosso critério.

Psicologicamente Catalogados…”

 

Dos posts enviados serão escolhidos alguns, para irem a votos… Participem e Boa Sorte.

 

Psicologicamente Participativa..

 

 

Maddie – Anjo ou Demónio?

Maddie… Penso que não haverá jornal, revista, blog, televisão, que não tenha ainda dedicado uns minutos do seu tempo (horas, dias…) a informar-nos, a especular, a falar sobre o caso Maddie. Não é que goste de seguir a maré, mas de facto se há casos que nos deixam com vontade de opinar, este é um deles.

Facto 1: Desapareceu uma criança.

Especulação 1: Morreu uma criança? Foi raptada uma criança? Pedofilia? Resgate?

A hipótese de rapto com objectivo de pedido de resgate, facilmente foi colocada de parte (porque ninguém pediu um resgate!). Provavelmente, o que poderia ter acontecido, seria um atraso crucial no pedido do dito resgate, e quando os supostos raptores o pretenderam fazer, o caso estava de tal forma publicitado, que seria demasiado arriscado seguir com o plano em diante. Isto foi o que pensei nesta altura, quando coloquei esta hipótese. E nesse caso, todo o mediatismo poderia ter sido o responsável pela morte da criança (não seria esta a forma mais simples de se livrarem do peso de terem raptado a Maddie? Se não se podia arriscar mais, tornava-se premente livrarem-se da criança, antes que alguém a encontrasse com eles).

Facto 2: O caso sempre teve uma grande estranheza. Havia mais do que se estava a contar. O que estaria por detrás do caso Maddie?

Especulação 2: Confesso que sempre achei que algo não estava bem contado. O mediatismo exacerbado, os grandes fundos que os pais da criança estavam a conseguir adquirir (eu perguntava-me porque davam as pessoas tanto dinheiro, sem saber ao certo o destino que esse dinheiro iria ter. Cheguei a especular que o casal estaria a passear pelos vários países à custa desse dinheiro, que, poderia estar-lhes somente a servir para realizar um sonho de passeio e mediatismo. Não estariam os pais de alguma forma envolvidos no desaparecimento e a aproveitar-se das pessoas, que inocentemente e de boa vontade, os tentavam ajudar?). Bem, mas o caso “Joana” também teve bastante mediatismo, se é que se lembram dele (a menina que supostamente se transformou em alimento para porcos, sabem?).

OK. Tratavam-se de ingleses. Isto trazia por si só, alguma diferença na forma como o caso ia sendo investigado. Se se tratassem de portugueses não teriam sido imediatamente acusados de negligência por deixarem as crianças sozinhas? Não seriam de imediato tomadas medidas para que lhes fosse retirada (ou pelo menos investigada) a guarda dos gémeos? Talvez sim, talvez não.

Ok. Tratavam-se de pessoas com posses e com base cultural (médicos?). Se fosse um qualquer “pé rapado” a perder a filha, não teria meios de mover meio mundo em sua busca. Com certeza se lembram da mãe do Rui Pedro (a criança que desapareceu já há uns largos anos e que supostamente fora levado para uma rede de pedofilia). A senhora não teve um terço dos apoios que deram ao casal McCann, a senhora gastou tudo o que tinha e não tinha na busca desesperada pelo filho e os resultados foram nulos, pois ninguém mexeu uma palha para as investigações necessárias. (ah e esta não teve, de certo, a sua própria mão envolvida no desaparecimento do filho. Quando aos McCann, nunca tive essa certeza. Ainda ninguém a tem).

O ar frio e compenetrado com que sempre se mostraram aos meios de comunicação social (as lágrimas não me convenceram, sinceramente). Os discursos previamente pensados e lidos em papel. São questões a pensar… Há que salientar que os ingleses vivem numa cultura diferente, são talvez mais controlados, e isso explique a sua postura. Mas….

Facto 3 – É quase certo que a menina está morta.

Especulação 3 – Não podemos dizer que os pais são ou não culpados. Ou pelo menos (e espero eu) AINDA não o podemos dizer. Mas uma coisa é certa…. Ou são, ou não são culpados.

Hipótese 1: inocência.

Aqui, estamos perante um casal que perdeu a própria filha. Um casal que sofre porque perdeu a sua menina. Um casal que quer que ela volte para eles. Um casal que não sabe se a própria menina está viva ou morta. De repente, esse mesmo casal começa a ser acusado de ter morto a própria filha. Interrogatórios atrás de interrogatórios. Notícias atrás de notícias. Olhos que os observam acusando-os de assassinos sanguinários. A hipótese de perder também os outros filhos…os que lhes restam.

Sinceramente, pensar nesta hipótese, é-me mais terrível, do que imaginar que eles a mataram…. Se assim for, e se for provado que estão inocentes, de certo serão inundados de pedidos de desculpas e indemnizações pelo mal causado.

Por mais que seja má, consigo preferir a segunda hipótese: (De morta ela não passa, resta saber como foi…)

Hipótese 2: Culpa

Eles de facto tiveram culpa na morta da menina. E provavelmente irão pagar por isso.. (se o fizeram, esperemos que paguem). Resta aqui, saber o motivo…

Negligência? Terá sido uma morte acidental, com posterior oclusão de cadáver?

Terá a menina demonstrado estranhos comportamentos, interpretados pelos pais como demoníacos? (aquela marca especial no olho é digna de um bom filme de terror, não digam que não… todos conhecemos as crianças dos filmes de terror). E aí a solução seria a morte, os pais teriam de livrar-se daquele pequeno demónio perigoso…

Ou…um acto de loucura? (Temos o belo exemplo da senhora de Viseu, que pegou na faca eléctrica e resolveu dar cabo dos filhotes e dela própria).

Facto 4: Os Cães da polícia inglesa são espectaculares. (Os cães…nas questões policia inglesa vs policia portuguesa não me pronuncio).

Psicologicamente Detective.

Tenho um pedófilo assassino no Blog! Confissão em directo!

Não, isto não é um título para angariar views. Tendo em conta alguns comentários recebidos neste post, achei que isto não deveria passar em branco, e todos os leitores deste blog deveriam ter a oportunidade de ler isto, tal como eu.

“jonathan Says:
intao todos vcs acham q os pedofilos sao nojentos.. e devem apodrecer sem doh pelo q fizeram, ow pelo q querem fazer……… vcs n sabem o q nos passamos, na vida fomos maltratados fomos abusados.. temos traumas e medos.. queremos nos matar e vcs fikam nos acusando… lembrem-se que vcs nos traumatizaram primeiro. tentamos nos livrar… mas n conseguimos……. SE SOH A CURA EH A MORTE PARA NOS…. PODEM NOS MATAR.

jonathan Says:
n sou pedofilo pq eu quero….. surgiu do nada……… pessoas me maltrataram muitos anos atras… mas hj elas tiveram o q mereceram…. eu matei cada uma da pior forma possivel de dor…… eu n sou 100% pedofilo.. soh virei isso pq nenhuma menina da minha idade gostava de mim entao fui obrigado a olhar outras coisas……… para mim n tem mais volta pq minha avoh morreu quando eu era pequeno e soh ela me dava carinho…. pq o resto da minha familia n me ama…………depois q minha voh morreu minha vida nunk mais foi a mesmo… PRESTE BASTANTE ATENCAO….. EH BOM PARA VCS COMECAREM A DAR MAIS VALOR A VCS E AS PESSOAS EM SUA VOLTA……. EU JAH FUI UMA PESSOA BOA depois do q me fizeram… nada a n ser odio me domina.

jonathan Says:
hahauhauhauhuahua coitado de vcs… acham que vao vencer….. olha pro mundo de hj seu idiota em cada esquina esta cheia de criminosos.. estupradores enfim nem se o mundo inteiro se juntasse e combatesse.. vcs n venceriam….vcs sao fracos.. e cade a opniao feminina sobre oq eu to falando desde q eu comecei….. sou pedofilo sim.. jah abusei e jah matei menininhas.. adoro velas sentir dor enguanto tremem……. tenho uma forma de buscar videos e fotos de criancas nuas…… e n direi a vcs para q n destruam o site…….. e esse n eh meu nome e nem meu msn verdadeiro o mundo soh melhorarah quando o mundo parar de acreditar em deus.. q eh averdadeira mentira”

Se é verdade ou não, obviamente não sei. Mas, tendo inventado isto, ou tendo de facto confessado a verdade: é demente! Não me venham com “traumas de infância”, porque por mais que estes tenham sido o desencadeante, não justificam comportamentos criminosos, de quem deveria estar atrás das grades. Por mais que sejam “perturbações” este tipo de pessoas deveriam estar afastadas da sociedade: presas ou a receber tratamento em instituições mentais. Repare-se como ao longo do discurso, passamos da tentativa de passar uma imagem de vítima, para um orgulho nas suas acções criminosas.

Ficam os dados “falsos”, pela curiosidade e pelas “pistas”:
jonathan | IP: 200.230.113.800 66.15
jonathan   | IP: 200.183.209.350 72.23
jonathan   | IP: 201.56.238.420 72.232

E fica um apelo às “autoridades”. O mundo está recheado de pessoas como esta, e não é tão difícil assim apanhá-los: basta um esforço sério para o conseguir. Repare-se como é fácil arrancar-lhes confissões, e repare-se como até se expõe, num mundo que consideram seguro: o da Internet.

Psicologicamente a apanhar assassinos!

Psicologicamente à Vista do Mundo

Há 7 dias atrás, que resolvi colocar ali à direita um contadorzinho do ShinyStats (não sabem o que é, olhem ali para a direita, para o canto inferior da barra lateral). Tendo em conta que o WordPress já nos proporciona um serviço estatístico, não há grande necessidade de incluir outro counter, no entanto, serviu para apaziguar a minha curiosidade (Aquele sentimento de experimentar coisas que se vêem em algum lado, mesmo quando são coisas totalmente useless). Como obviamente não vamos gastar dinheiro com estas curiosidades, há que dizer que a versão Free, só contabiliza 1000 pageviews diárias, o que ultimamente, e felizmente, o Psicologicamente tem ultrapassado (viram o festival de “mente’s” aqui?). O que ainda aumenta a inutilidade da coisa, claro…

No entanto, há coisas com piada, que o wordpress por si só, não nos permite “ver”.

Sendo o Psicologicamente, um blog exclusivamente escrito em Português, tem alguma piada verificar os países pelos quais é visitado: psicologicamenteeomundo.JPG

Quanto a Portugal não há novidade, e a existência de uma fatia ainda significativa de visitas vindas do Brasil, também não é surpreendente. Depois, é engraçado ver a totalidade dos países: visitspercountry.JPG

Em 7 dias…. bastantes hein?

Calculo que grande parte destas visitas, se expliquem com o mero acaso de terem vindo aqui parar, concluindo que “eish, não percebo nada do que está escrito”, e consequentemente, se tratem de visitas únicas.

No entanto, algumas significarão pessoas que sabem português, ou que até são de nacionalidade portuguesa e que vivem noutros países. É sempre engraçado, saber que chegam até nós de vários cantos do Mundo=)

E para completar… Até já vou estando “à Vista”:

so.JPG

Já chegam aqui mais “Vistas“, que Mac’s e Linux, não deixa de ter alguma piada.

(No total, aproximo-me das 125.000 page views, o que me deixa bastante surpresa e agradada)

Psicologicamente analisando as estatísticas.

EDIT: e o Shiny serviu para o que serviu, e saiu de cena =P

WordPress vs Livejournal – Passado e estado actual.

Hoje em dia, quem não tem um “blog”? Todos sabemos que o número de blogs existentes nas várias plataformas disponíveis, cada vez é maior. E quem frequenta com alguma regularidade a Internet, tem um blog.

Ao ler este post apeteceu-te também traçar algumas linhas, acerca de algumas plataformas existentes, especialmente, o wordpress e o livejournal, visto serem as que uso.

Muitos são os casos, da pessoa que deseja iniciar um blog, mas não sabe muito bem onde o fazer, dada à oferta existente. Eu diria, que depende bastante de quais são os objectivos do dito blog.

Pessoalmente, criei um livejournal há uns 5 anos atrás. Nessa altura, quando ainda eram necessários os ditos invite codes, para que se pudesse criar um, não hesitaria em colocar o livejournal no topo destas plataformas.

Vantagem:

– Um espaço, na altura mais virado para as artes da escrita, que me permitia mostrar “ao mundo” as minhas palavras.

Com o objectivo inicial de colocar contos, ou pequenos textos, escritos por mim, o livejournal foi-me mostrando cada vez mais o lado de comunidade. A possibilidade de juntar um grupo de amigos de escrita, que nos criticavam, elogiavam, ajudavam quando preciso, e que rapidamente passou a ser mais que um grupo virtual.

Com o criar destes laços, o livejournal foi-se transformando no que tradicionalmente chamamos um “diário”, onde contamos as nossas histórias, partilhamos as nossas alegrias e afogamos as nossas mágoas. Entrou, quanto a mim, numa esfera demasiado pessoal, e de menor interesse público.

Para quem pretende do dito espaço, um “diário”, um espaço de partilha de aventuras do dia-a-dia, o livejournal continuará assim como o meu espaço de eleição.

No entanto, e o que me motivou a deixá-lo para segundo plano, e a dedicar-me a este blog, foi precisamente esse excesso de “pessoalidade”. O livejournal passou a fazer-me sentido, somente dentro de um restrito grupo de amigos. “Interesso-me pela vida dos que me preocupo, e não propriamente da vida de desconhecidos…”.

Com o objectivo mais amplo de expor opiniões um verdadeiro blog ganha vantagem. Se por um lado, o livejournal se transformou “no que só quero que os meus amigos leiam”, um blog é um espaço onde “quanto mais pessoas lerem, melhor”. Se no primeiro se expõe um lado mais pessoal, no segundo evita-se tudo quanto caía na esfera da privacidade de cada um.

Se há uns anos, os blogs pareciam ficar esquecidos na imensidão da net (sem visualizações ou comentários), e no livejournal proliferavam as discussões, actualmente é bastante mais simples dar visibilidade a um blog, e transformá-lo num espaço de discussão pública.

Quanto ás plataformas para um blog, a minha preferência, iria sem dúvida, para o blogger e o wordpress, achando que este último, cada vez mais, permite uma maior visibilidade e algum espírito de comunidade. Espírito este, no sentido da troca de links, views e comentários, e não no sentido da partilha da esfera pessoal de cada um.

Claro que um blog, ou um lj, é, simplesmente, o que fizermos dele. E podemos inverter papeis, e usar um blog como diário, e um lj como um local de critica social. No entanto, e tendo em conta a estrutura de cada um, penso que o contrário será mais adequado.

No wordpress, conseguimos:

– Analisar as estatísticas do nosso blog, coisa que não é possível no lj. (O que confirma que a maior visibilidade é um objectivo de um blog, e não de um lj).

-No livejournal, conseguimos

– Restringir alguns posts a grupos de friends específicos, o que permite o salvaguardar da nossa privacidade.

Para quem conhece e frequenta ambos os espaços, não ficaram novidades, simplesmente um balanço dos prós e os contras de cada um deles, consoante os nossos objectivos.

Psicologicamente virada para o wordpress.

Ps – E para quem quiser transportar o seu blogger, para o wordpress, não esquecer que cá está a nova ferramentazinha

Disparates a metro! – Sopa de Estupidez

Cada dia que passa, o meu nível de incredulidade aumenta. Quer dizer, na verdade, já começo a não me surpreender com o que me vai surgindo diante dos olhos.

Há uns tempos, e vendo a quantidade de disparates que vinham parar a este blog, em forma de comentário, escrevi este post. No fundo, pretendia chamar a atenção para algumas regras básicas de conduta, que, simplesmente, fazem parte da chamada “boa-educação”. No entanto e com o passar do tempo, este post parece-me insuficiente, o que me faz trazer este tema novamente à tona.

Para exemplos, por excelência, do que me estou a referir, basta darem uma olhada por posts como :este, ou este.

Por algum motivo, muitos dos comentários que surgem nesses, e noutros posts, não foram eliminados: para que pudessem representar o que se passa por aqui, e que acaba por ser representativo do que acontece em muitos outros espaços da Internet.

Se, e felizmente, se encontram vários comentários civilizados, de opinião e conteúdo, é triste verificar a percentagem de comentários idiotas (e daqueles idiotas com muito poucas ideias decentes), ofensivos, completamente desprovidos de neurónios, enfim… lastimáveis.

Colocam-se então algumas questões: As pessoas vêm para a Internet, passar uma imagem completamente estúpida de si, propositadamente, ou na verdade, cada vez há mais aberrações com duas pernas por ai?

Será que já são assim tão poucos, os que prezam escrever num Português minimamente decente? Não é um “valor” importante, prezar a língua em que se escreve? Ou os valores já não são o que eram, e já ninguém se acha uma besta completa por não saber escrever? É que não falamos dos pobres analfabetos da idade dos nossos avós e bisavós, que coitados, gostavam de aprender, e nunca tiveram essa possibilidade. Falamos de menininhos a que tudo lhes é dado, e que não aproveitam um cu. (sim, “aproveitam um cu” é uma feia expressão, mas na verdade é adequada aos ditos cujos meninos).

Será que por estarmos debaixo de um “nick”, a falar para desconhecidos, devemos sentir-nos reis da razão? Devemos “avacalhar”, simplesmente? Perder toda a racionalidade inerente ao que nos faz ser o que somos: “humanos”?

Falamos em Morangos com Açúcar ou Floribella, mesmo sendo a dizer que os achamos os mais deprimentes da nossa sociedade, ou somente os referimos, fora de contexto no meio de um post, e chovem comentários de “A FLOR É RI-FIXE!”, “UM BEIJO PARA A FLOR”. Mas as pessoas não sabem ler? Mas as pessoas são assim tão anormais? Viverão todos de olhos tapados, seguindo um ídolo qualquer para destino incerto? Se a rapariga um dia se suicidar, os putos matam-se todos em gesto de veneração, não?

Claro que só tem um blog quem quer, e só escreve posts, de alguma forma “polémicos”, quem quer. E confesso que sim, dá-me um certo gozo fazê-lo. A estupidez humana dá-nos sempre um certo gozo, por certo algo tão… surpreendentemente sem limites.

No entanto, louvado seria o dia, em que os comentários mostrassem que a inteligência da população, não se encontra em vias de extinção.

PS – Aos ofendidos que venham aqui gritar, mesmo que por outras palavras “eu sou muito inteligente, eu até fiz isto ou aquilo que mostra a minha inteligência…”. Não esperem grande resposta, porque se a “carapuça serviu”, a prova está mais do que dada.

Psicologicamente habituada… (caso surjam mais comentários completamente ao lado…)