Breaking the Magic with Haruhi Suzumiya

Hoje aproveito para vos mostrar a minha primeira “mini-história aos quadradinhos”. Pois é, já há uns tempos que andava a dar uma ajudinha na pintura desta comic. (Inda não conheciam? Estão à espera de quê? Temáticas: Magic: the Gathering, Boardgames, e agora Anime).

No entanto, apeteceu-me experimentar fazer mais do que uma pequena ajuda a colorir, e aqui fica o resultado.

(Hey, se não conhecerem The Melancholy of Haruhi Suzumiya, não sei se vale muito a pena verem. Não vão achar graça.)

Ficou a tentativa. Quem sabe haverá mais…

Anime – 6 – Darker Than Black

Este, é quanto a mim outro dos animes que merece referência. Este anime, do estúdio Bones, suscitou em mim uma sensação semelhante à série Heroes: O tentar, a cada momento, descobrir quais os poderes das personagens. Confesso que gosto desta sensação: o inicialmente não se saber ao certo qual será o poder deste e do outro, o ir descobrindo as personagens à medida que se revelam para nós.

Portanto, sim, temos um desfile de poderes mágicos. Mas temos mais do que isso. Geralmente, quando falamos de super heróis, ficamos com a ideia de pessoas com uma capacidade extraordinária. Pessoas que consideramos pessoas de sorte, pois têm um super poder que pertence ao nosso mundo de sonhos. No entanto, em Darker Than Black, todos têm uma contrapartida ao seu poder. E não falo mais sobre isto: vão ver que não quero deixar spoilers.

Se em Fate/Stay Night também há um pouco esta sensação de descoberta e a existência de personagens com poderes, em Darker Than Black tudo isto está explorado de uma forma muito mais consistente e apelativa. Não é só um desfile de poderes, há alguma densidade por detrás da história e das personagens. (Darker Than Black muito à frente de Fate em termos de qualidade geral, portanto.)

Temos em resumo: Animação de óptima qualidade, personagens muito bem caracterizadas, uma banda sonora a corresponder e uma história com cabeça, tronco e membros.

Parece que está previsto um OVA para o fim deste mês, que dará um seguimento à história. Talvez dê resposta a umas pequenas pontas que não foram aprofundadas. (apesar de eu nunca ter muita fé nos OVA’s).

(A intro é muito boa, adoro o iniciar da música).

E para completar, cá fica o rescaldo do post sobre Gantz (desenho da Kishimoto Kei, feito inteiramente com a Pen Tool do Photoshop).

Kishimoto Kei

 

Anime 4 – Fate/Stay Night

Hoje é a vez de Fate/Stay Night. Imaginem famílias de magos, onde o traço da magia passa de geração em geração. Sete desses descendentes são escolhidos. Para cada um deles, é materializado um servo, que não é nada mais, nada menos, que a reincarnação de uma figura lendária. Sete figuras, não tendo o mesmo aspecto que o herói que representam, fazem-nos ir adivinhando ao longo dos episódios a sua verdadeira identidade. (Uns mais óbvios outros mais rebuscados, uns mais flagrantes, outros mais subtis, todos são alguém de quem já ouvimos falar….quem serão?)

E assim começa uma nova guerra, com o objectivo de alcançar o mítico Cálice Sagrado. (Sim, o conhecido Holy Grail, que em tantas histórias marca a sua presença).

Só os “servants” poderão tocar no Holy Grail, e são eles que terão um papel mais activo nas lutas que se seguirão. Serão eles, dotados de experiencia e capacidades de batalha, que lutarão uns com outros, até que só um seja o vencedor. Os seus mestres terão um papel de suporte, ficando mais atrás auxiliando com as suas magias (os que as sabem realmente fazer). Ou pelo menos, assim seria, teoricamente! Teremos “masters” na linha da frente da batalha?

No fim, o par vencedor terá direito a um desejo…. Levará novamente a uma grande catástrofe, como outrora acontecera?

Se imaginar uma linha de classificação dos animes, começando dos mais densos (com maior profundidade de história, mais intensos, tanto nas emoções que provocam, como no interesse que suscitam) e acabando nos animes “de passar o tempo” (leves, mais preocupados em proporcionar-nos alguns momentos de riso e diversão do que propriamente em fazer-nos pensar), Higurashi e Melancholy penderiam para o primeiro extremo, Rozen Maiden para o segundo e Fate/Stay Night ficará sensivelmente a meio da linha.

Engraçado reparar que as próprias Bandas Sonoras destes animes acompanham de certo modo esta tendência.

Sem uma banda sonora propriamente memorável, Fate/Stay Night pode contar com boas músicas de introdução e créditos finais:

Deixo-vos, por fim, um desenhozito da Rin Tõsaka, uma das “masters” do anime:

 

Rin

Próximo Episódio: Gantz