Cenas após os créditos – Pirates of the Caribbean

Estreou, como devem saber, na passada quinta-feira, o último filme da trilogia Pirates of the Caribbean: Pirates of the Caribbean: At World’s End.

Mais do que comentar o filme: obviamente, se viram os outros dois, terão com certeza interesse em ver o terceiro, queria salientar o facto de EXISTIR UMA CENA DEPOIS DOS CRÉDITOS.

E sim, agora não foi um ataque de histerismo “pitêz”, foi mesmo um acto desesperado de atenção. Estava a gritar mesmo.

Ora, na sala onde vi o filme (foi no Alvaláxia), somente mais duas pessoas esperaram pelo fim dos créditos. Calculando que as pessoas que se deslocaram ao cinema para ver um terceiro filme de uma trilogia, viram os dois primeiros, então deviam saber, que nos dois primeiros, já haviam cenas após os créditos. Num grande apelo à lógica cinematográfica, não seria difícil de supor, que este também teria a dita cena (E que se nos dois primeiros, não passava quase de “mais uma piada”, neste caso acrescenta algo à história). Portanto, e provavelmente, as pessoas também não viram a cena dos dois anteriores…

Tudo isto me faz especular algumas coisas. Porque fico eu, quase sempre até depois dos créditos? Porque se paguei o bilhete do cinema, tenho direito a ficar até ao fim, para ver se há ou não, alguma cena extra.

Mas, e pensando bem, eu nem sempre fico até depois dos créditos. E porquê? Existem duas razões fundamentais: A primeira, caso tenha pressa. Por exemplo, para apanhar transportes públicos de uma determinada hora. Mas suponho que as pessoas não fossem todas apanhar transportes públicos, que só passassem naquele preciso momento…

E aí, salta o grande motivo! A pressão dos funcionários do cinema! É verdade, meus caros. Nunca sentiram aqueles olhares fulminantes de vassouras em punho? Nunca pensaram “vamos lá embora, antes que nos venham expulsar daqui?”. Pois é. E é chato.

E para quem ainda não foi ver o filme, façam favor de esperar até depois dos créditos (que sim, são longos!)

Psicologicamente em busca das cenas perdidas.

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El Laberinto del Fauno – Fantasia ou Imaginação?

Os que costumam acompanhar este blog, já devem ter reparado, que esporadicamente vou falando de um outro filme. Hoje, chegou a vez de El Laberinto del Fauno. O filme, do realizador mexicano Guillermo del Toro, venceu o 27º Fantasporto – Festival Internacional de Cinema do Porto, ao ganhar o prémio para o Melhor Filme da secção oficial Cinema Fantástico, e ganhou, há uma semana, Óscares de Melhor Direcção Artística, Fotografia e Caracterização.

Confesso que é a primeira vez que me desloco ao cinema, para visualizar um filme falado em Espanhol. Tendo em conta o maior hábito dos portugueses em ver filmes na língua inglesa/americana, por vezes as diferentes línguas provocam-nos alguma estranheza inicial. Esta é uma estranheza que rapidamente se dissolve, neste filme. Rapidamente nos deixamos levar pela história, entrando no ambiente de rescaldo de guerra e de fantasia que o filme nos proporciona.

Caracterizaria este filme, como um conto de fadas para adultos. Por vezes, torna-se difícil criar um conto de fadas, que não caia na infantilidade e no excesso de irrealismo. Aqui, podemos considerar duas realidades paralelas: o mundo de fantasia de Ofélia, a criança (personagem) central, e o mundo dos adultos, num ambiente cruel de guerra. Assim, estamos perante um filme que nos mistura personagens mágicas, com as imagens violentas de um pós-guerra: realidade cruel vs ficção maravilha, ou guerra vs esperança?

Toda a dualidade é facilmente ligada a duas das personagens centrais: Ofélia, dando-nos a imagem de esperança e pureza de quem acredita num mundo de fadas. E Capitán Vidal, seu padrasto: cruel e implacável. Como joguete entre ambos, vemos a mãe de Ofélia, que tenta a todo o custo balançar os dois mundos, tentando chamar Ofélia “à terra”, para que agrade o seu padrasto. E por fim, Mercedes, uma mulher do povo tentando repor a justiça do “mundo real”.

Será a fantasia um mundo real alternativo, ou existirá somente na mente de uma criança atormentada pela verdadeira realidade?

Não colocaria este filme, na lista dos meus “favoritos”, mas é sem dúvida um bom filme a ver.

 

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Psicologicamente Fauna…

Hannibal Rising – Saudades de uma carninha?

Hoje venho falar-vos de Hannibal Rising!

Pois é, quem não conhece Red Dragon, The Silence of the Lambs e Hannibal? Agora, chegou-nos, a prequela das prequelas, Hannibal Rising.

Objectivos? Mostrar-nos a história de Hannibal. O que o transformou na personagem que todos conhecemos? Como foi a infância/adolescência, do nosso querido Hannibal Lecter?

Arrisco a considerar Hannibal Lecter um dos melhores vilões cinematográficos, a par de outros, tais como Jack Torrance, por The Shining ou Darth Vader, por Star Wars. No entanto, e como é óbvio, é na pele de Anthony Hopkins que imaginamos este grande vilão. É o carisma do actor, a excelente capacidade de representação, o olhar penetrante e avassalador, que fazem dele o melhor dos melhores. E foi pela imagem de Hannibal Lecter estar tão fortemente intrincada com a de Anthony Hopkins, que olhei inicialmente para este novo filme, com bastante cepticismo. Como se sairia Gaspard Ulliel(Um jovem francês, desconhecido do grande público), na pele de Hannibal Lecter? Esperava, antes de ver o filme, um hannibal fraco; um hannibal “traumatizado”, calculando que colocariam a justificação dos seus traços “sociopatas”, num trauma de infância

Desconhecendo “Behind the Mask”, a obra de Thomas Harris na qual o filme se baseia, não poderei comentar a adaptação cinematográfica da mesma, limitando-me portanto a pensar no filme, em relação aos restantes.

Todos sabemos que não é somente um actor que faz um filme, e independentemente de Gaspard Ulliel, realizar uma prequela de uma história, não é tarefa fácil. O elemento surpresa, torna-se inviável (todos sabemos que Hannibal irá sobreviver até ao final do filme… no shit) e não é absolutamente nada fácil caracterizar a personalidade de Hannibal, muito menos arranjar “justificações” no seu passado para as suas características. Por um lado, Gaspard Ulliel superou em muito as minhas expectativas, conseguindo fazer jus ao nome da personagem. Não se quebrou a “mística” envolta em Hannibal Lecter, como receava que acontecesse. (Ainda bem que não escolheram Hayden Christensen ou Macaulay Culkin!).

Pena, numa ou noutra cena, ser suposto pensarmos que havia a hipótese dele morrer: não eram necessários minutos de filme que nos fizessem pensar “levanta-te lá, que é óbvio que estás bem”. Lá está, prequelas…

(cuidado com os spoilers!) 

Quanto ao dito “trauma”… bem … em jeito de piada “comeram-lhe e fizeram-lhe comer a irmã”. E não pensem em pedofilia e incesto, porque obviamente que se trata de canibalismo.
Obviamente que a complexidade da personalidade de Hannibal Lecter vai muito mais além, o que nos faz (pelo menos a mim) não considerar a morte da família, e especialmente da irmã, como “a causa dele ser quem é”, mas simplesmente como “um primeiro desencadeante”.

Há ainda que salientar o papel levado a cabo por Gong Li (Lady Murasaki), misturando por momentos, Hannibal Lecter, e o fascinante mundo de espadas e samurais.

Quanto a mim, seria difícil algum dos filmes superar The Silence of the Lambs (não era, principalmente, no jogo de palavras e emoções entre Hannibal Lecter e Clarice Starling que residia o brilhantismo do filme?). No entanto, na minha opinião, para todos os que se deliciam (nhami!) por esta personagem e pela sua história, Hannibal Rising é um filme a não perder.

Vai uma espetada de Bochechinhas e Cogumelos?

Psicologicamente Lecter…

Saw III e o Noddy, com banda sonora de Moonspell!

Bem, a partir desde momento, todos sabemos que o Noddy é o grande senhor da escuridão, certo? E faz falta death metal para os putos, é uma grande verdade. (Para quem não percebeu nada eu digo três palavras e depois pesquisem: Gato fedorento + Moonspell).

Mas eu hoje era para fazer um post acerca do Saw III, filme que vi ontem no cinema. Só que depois do que foi há uns minutos o Diz que é uma Espécie de Magazine, ainda não consegui propriamente parar de rir, o que me faz estar a escrever este post sobre o filme, enquanto a minha cabeça pensa na letra “Abram alas para o Noddy!! (inserir aqui um grunhido)”. Como tal, não se admirem da deturpação deste post!

Ora (estou a tentar concentrar-me para escrever sem rir, por isso tenham calma) que tipo de filme é este? Um filme de horror, diria. Para quem não viu os dois primeiros (pah, vejam pelo menos um, para perceberem o que estou a dizer), estes centravam-se numa espécie (não, não era de magazine) era de sequência de torturas.

Geralmente, e já há bastante tempo, eu, que sou uma espécie de aficionada (não é pelo Noddy!), por filmes de terror, me queixava de não haverem muitos filmes com a capacidade de me assustar. O Saw mostrou não ser um filme para assustar, mas especialmente, um filme para repugnar (também gostei da ideia). Desde pessoas a serrar o próprio pé a sangue frio, para poderem escapar de uma casa de banho onde se encontravam presas, passando por pessoas a mergulhar em piscinas de seringas para encontrar a tão desejada forma de fuga, até chegar a pessoas que tiveram de “esgravatar” (e o termo é mesmo esgravatar) no próprio olho, para encontrar uma chave que levava à salvação da sua vida (ou não, mas pelo menos tentar), muitos foram os exemplos que esta série de filmes trouxe até nós.

Dificilmente ficamos indiferentes, ao que poderá ser chamado “sequência gratuita de violência”. Mas na verdade, o vilão do filme (na minha opinião, a personagem está bastante bem caracterizada em todos os três filmes), pretendia de alguma forma ensinar valores às suas vítimas. Como o próprio refere, “despreza assassinos”, no entanto dedica a sua vida a causar a morte a muitas pessoas. “Até que ponto, seria capaz de ir por vingança?”; “Até que ponto, merecemos sofrer pelos erros que cometemos?”; “Até que ponto sabemos o que é o verdadeiro sofrimento?”, “Até que ponto somos capazes de ir, para tentar sobreviver?” são algumas das questões que o filme pretende levantar.

Sem conseguir fugir totalmente à previsibilidade e com o recurso a algumas cenas excessivas, Saw III leva-nos para um universo de medo e sofrimento, onde a tortura e a vingança são palavras-chave.

A semelhança entre Moonspell a cantar a musica do Noddy, e o Saw III, é que em ambos houve pessoas a rir e em ambos houve pessoas a tapar um dos seus sentidos …(é tapar os ouvidos a ouvir moonspell a cantar o noddy, e tapar os olhos a ver o filme, para quem não percebeu).

Psicologicamente a abrir alas para o noddy, na direcção da máquina de tortura.

M. Night Shyamalan – Lady in the Water

Apesar dos imensos posts que surgirão pelo wordpress acerca de M. Night Shyamalan, com a estreia de Lady in the Water, não resisto, também eu, a deixar algumas palavras sobre o filme e sobre o próprio Shyamalan.

Talvez seja eu suspeita, porque me considero fã das suas obras. Mas, e arriscando-me a ser também eu criticada: gostei bastante do filme.

Não esperemos um filme de terror, não esperemos assustar-nos. Para mim, o filme é simplesmente o que é: um conto de fadas recheado de humor.

De algumas criticas que tenho lido por aí, o filme é visto por muitos como somente uma “birra” de Shyamalan, que pretende criticar a todo o custo os críticos de filmes. E sim, ele critica-os. Porque não, dizer o que bem lhe apetece? Vejo um pouco, como um acto de coragem, de quem não se importa do que poderão dizer de mal, ao invés de um acto de birra ou vingança.

Uma das coisas que mais admiro nos seus filmes, prende-se com a aura de mistério em que nos consegue envolver. Não acho que este seja a excepção, muito pelo contrário. Apesar das inúmeras cenas que nos fazem rir, não senti que quebrassem a aura de mistério, mas sim que a conseguiam complementar. Um mundo de fantasia, de história de encantar, um mundo inocente, mas que em simultâneo consegue ser negro. Nos filmes de suspense ou terror, que pretendem apanhar-nos pela sensação de susto, o humor nitidamente quebra o ritmo do filme, e consegue, por vezes, estragá-lo. Este não é um desses filmes.

Não esperemos mais um famoso twist, como em O Sexto Sentido, mas simplesmente um conto de fadas, contado aos adultos. Há que salientar, o brilhante papel levado a cabo por Paul Giamatti, a atitude cómica, de um homem que após perder o que mais amara, se dedica a ajudar os outros. Um homem que acredita de imediato que um conto de fadas pode ser real, e que faz tudo para que o consiga desvendar.

 

A leveza das personagens em acreditar que se trata de uma história real, mostra, quanto a mim, um lado inocente de esperança que deveria restar em cada um de nós.

Quanto ao gosto de Shyamalan em aparecer nos seus próprios filmes, tantas vezes criticado como narcisismo: qual o mal em gostar de dar vida às nossas criações? Fazer algo, e dar a cara pelo trabalho feito, é quanto a mim, mais uma prova de coragem.

Lady in the Water não é um filme perfeito, obviamente. Mas é um filme bem feito.

Poderá não ser um filme sério. Serão sérios os contos de fadas?

Colocando os vários filmes de Shyamalan por ordem de preferência, penso que dificilmente algum destronará O Sexto Sentido. O filme marcou uma era e todos recordamos a primeira vez em que o vimos. Seguidamente colocaria Lady in the Water e The Village, num patamar muito aproximado. (Duas brilhantes representações de Bryce Dallas Howard). Signs ficaria um pouco para trás, nunca me tendo convencido como os restantes. E por fim Unbreakable, que apesar de uma boa história, não teve em mim o impacto que os outros conseguiram ter. (Como costumo dizer, há filmes que nos chamam a atenção, outros nem por isso, independentemente da sua maior ou menor qualidade).

Psicologicamente Narf…

Spoilers!

“Eh pa, tive a ler aquele livro. Muito fixe. No fim descobre-se que afinal era tudo um vírus!”
“Tás-me a spoilar!”
“O quê?”
“Acabaste de me spoilar…like… contar o fim do livro -__-“
“Ah mas não faz mal, o homem que descobre o vírus até morre…”

Ainda bem que eu não tinha intenções de ler o livro…

Há pessoas que não conseguem falar sobre um determinado livro, sem revelar partes importantes do mesmo.

E depois como nos sentimos a ler um livro para o qual já sabemos o seu fim? Ou partes importantes? Ou até aquela piada de génio lá no meio…

Conheço pessoas que odeiam visceralmente que alguém lhes desvende algo que ainda estão para ler…

Outros que até gostam de ler as últimas páginas dos livros antes de os começar… (mas calculo que sejam mais raros, estes últimos)

E como é com a adaptação de um livro ao cinema? Ver o filme primeiro? Ler o livro primeiro? Inevitavelmente um deles fica spoilado, mas há que fazer uma escolha…

E aí existem quatro tipos de pessoas:

1. Os adoradores de livros, que anseiam por criticar o realizador por cada bocadinho mal adaptado. – estes obviamente lêem primeiro o livro.

2. Os que nem são lá muito aficionados por ler, e que só fazem questão de perder umas horas da sua vida no livro, se acharem que o filme merece realmente a pena – estes obviamente vêem primeiro o filme.

3.Os que optam por só ler o livro, ou só ver o filme, porque não suportam mesmo ser spoilados!

4.Os que se estão a lixar para o assunto, e não querem saber nem de uma coisa nem de outra (pode ser sinal de extrema inteligencia, ou extrema falta dela: obviamente, depende do assunto!)

Psicologicamente spoilada…

12 Filmes, 12 Loucos

Ontem ao ver o filme, K-Pax, lembrei-me de listar alguns daqueles filmes que nos suscitam a tão famosa dúvida “é louco ou não?”

Olhando para a wikipedia, encontramos List of Films Featuring Mental Illness.

Prometo que vou tentar não spoilar, mas…não é 100% garantido.

Ora, começando precisamente pelo K-Pax : Alien ou Doente Mental? Um homem perturbado que é internado num hospital psiquiátrico ou um ser do planeta K-Pax que nos chega à Terra contando um pouco do seu planeta de origem? A dúvida persiste e o lado mais interessante do filme é conseguirmos imaginar que uma mesma história pode ser explicada de duas formas diametralmente opostas…Qual a verdade ou não, cabe-nos a nós decidir.

Seguindo esta linha de pensamento, impossível não lembrar de imediato de One Flew Over the Cuckoo’s Nest(Voando Sobre um Ninho de Cucos), recentemente passado na televisão portuguesa (as vezes ainda dá alguma coisa de jeito!). Conseguirá alguém fazer-se passar por louco? E alguém minimamente são conseguirá viver num hospital psiquiátrico sem realmente enlouquecer? Ainda a este propósito lembremos o estudo de Rosenhan, On Being Sane In Insane Places

Passemos para Twelve Monkeys (12 macacos). Loucura ou viagens no tempo? Imagine-se a regressar ao passado, na esperança de salvar o mundo. Acha que alguém acreditaria em si?

Três filmes diferentes, com o ambiente branco comum do interior de hospitais psiquiátricos. Loucos?

Seguindo ainda na possibilidade de viajar no tempo, não esqueçamos Donnie Darko . Será somente um jovem esquizofrénico que segue a sua alucinação: Um coelho gigante?

Lembremos ainda O Efeito Borboleta. Um jovem com períodos amnésicos relativos às suas experiências mais traumatizantes? Ou alguém com o estranho poder de viajar no tempo, alterando assim todo o seu futuro e o dos que o rodeiam? (E por sua vez, do restante mundo, ou não estaríamos a falar do Efeito Borboleta). Será ele louco, tal como era seu pai? Acabará também ele num hospital psiquiátrico?

E será a falta de sono, capaz de nos enlouquecer? Falo obviamente de O Maquinista, e do brilhante papel levado a cabo por Christian Bale neste filme. Paranóia uma verdadeira conspiração para nos deixar loucos?

Passando para os últimos dois, e mais recentes, e isto porque a lista já vai longa (muitos mais aqui poderiam constar), O Exorcismo de Emily Rose faz-nos entrar numa outra esfera. Loucura ou Possessão? Deveremos nós acreditar que podemos catalogar pessoas como loucas em prol do nosso cepticismo? Que poder têm Psiquiatras e Psicólogos para julgar como não real um determinado fenómeno?

E por fim, Half Light (No Limiar da Verdade). Uma jovem escritora, separa-se do marido na sequência da morte do seu pequeno filho (por negligencia sua) e parte para uma casa distante do mundo. Lá, inicia uma nova relação… ou será que a solidão a fez imaginar um homem? Terá ficado ela louca? Ou alguém terá segundas intenções?

Não esquecendo grandes filmes como Fight Club , A Beautiful Mind , Secret Window ou Memento, aqui ficam 12 nomes a não esquecer, para quem procure filmes desta temática.

Psicologicamente Cinéfila… (e sem o patrocínio do imdb)