Hi5 ou Catálogo Humano? -(Novamente? Sim, são 1000 euros)

O Custódio, autor do blog Oportunidades de Dinheiro está a promover um concurso que nos permitirá, a nós bloggers, ganhar 1000 euros! E o que é preciso para tal? Simplesmente, pegar num dos vossos posts antigos, ou escrever um novo, e participar com ele. Fácil, não é? A perder, nada se tem, e para o Custódio esta é uma forma de publicitar ainda mais o seu blog, e consequentemente, aumentar os seus lucros (não fosse o tema do seu blog: como ganhar dinheiro na Internet).

Como tal, volto aqui a publicar este meu post acerca do hi5. E porque escolhi este post? Porque foi dos primeiros posts deste blog a atingir um grande número de views.

“Olhava eu brevemente para as tags do wordpress tentando perceber se muito já se tinha escrito sobre isto, e encontro este blog. (link actualmente obsoleto, que se referia a um blog semelhante ao hi5-porcas, onde eram expostas e comentadas (depreciativamente) as fotos que algumas raparigas colocavam nos seus hi5)

Começando pelo hi5: Para que serve? O que é? Quem o tem? Porque se registaram?

Inicialmente penso que muitos se registaram simplesmente pelo spam recebido através do registo dos amigos. “Ora…não tenho mais nada que fazer, porque não ir para lá também?”E assim começou uma grande saga!

Das pessoas que conhecem, que tenham Internet, que percentagem tem hi5? Digamos 90%… E basicamente, o que acontece lá? Procuram-se pessoas. Que pessoas? Aí está o busílis da questão, e aproveito aqui para dizer o que considero ser o único ponto positivo do hi5: encontrar velhos amigos. Pessoas com as quais havíamos perdido o contacto, que não víamos há anos, e ali nos surgem, diante dos nossos olhos, iguais ou diferentes daquilo que eram antes.

E fora isso, para que serve? Para exibicionismos e voyeurismos é genial! Uns procuram as fotos em que se consideram mais “apetecíveis” e as distribuem para olhares alheios, outros procuram incessantemente as melhores fotos para se divertirem no sossego do seu lar (óptimo para masturbação, portanto). E passando à segunda fase: o engate. Barato, com mais ou menos requinte, com melhor ou pior vocabulário (sendo este ultimo o mais comum), exemplos não faltam, e as tentativas de encontrar alguém que dê resposta proliferam.

Será este um dos melhores exemplos da fraqueza humana? Necessidade imensa de encontrar alguém, o não suportar estar sozinho? (e aqueles que nem estão sozinhos e também o fazem? O que serão?). Será somente uma nova forma de erotismo? (para não lhe chamar pornografia).

Passemos ao blog: Pelo que percebi, trata-se da exploração deste lado negro humano espelhado no hi5. Será recriminável explorar as fotos de jovens que inocentemente se registaram no hi5? Gozar com corpos menos perfeitos, porque tiveram também eles a coragem de se mostrar? Um misto dos objectivos do próprio hi5 com humor depreciativo.

Ou será louvável, por nos chamar a atenção de um local que se tornou simplesmente um catálogo de corpos humanos?

A verdade, é que são muitos os que por lá passam, tal como são muitos o que se encontram no hi5. Bom, mau? Não sei… deixo ao vosso critério.

Psicologicamente Catalogados…”

 

Dos posts enviados serão escolhidos alguns, para irem a votos… Participem e Boa Sorte.

 

Psicologicamente Participativa..

 

 

1 ano e Magic Zombies!

Após completar 1 ano, no passado dia 8 deste mês, é com satisfação, que se ultrapassaram as 200.000 views. Aproveito para agradecer os prémios que se vão acumulando ali na barrinha lateral direita.

Em jeito de novidades, bem, finalmente chegou o Verão (ou assim parece)!

Aproveito para divulgar alguns eventos:

Para os Adeptos de Magic The Gathering, este é o fim-de-semana para a Release de 10ª Edição. Aproveitem o Magic Game Day. Eu aproveito para dizer mal da Devir, tendo em conta o evento único em terras de Lisboa (na Loja Arena). Sendo o lançamento de edições básicas, uma oportunidade por excelência de trazer novas caras ao jogo, e de velhas e novas caras aproveitarem ao máximo o torneio, acabam por ficar as pessoas limitadas a um único local. (Isto porque para quem tenha de se sujeitar a transportes públicos, torna-se mais complicada a deslocação até locais como Almada, Linda-a-Velha, Setúbal ou Sintra). Enfim, penso que deveriam ter em conta a acessibilidade e o número dos locais.

Por outro lado, outro evento que merece divulgação trata-se do ZOMBIE WALK LISBOA. Pois é, dia 31 de Agosto (Dia 31 de Outubro), vista-se de zombie, prepare-se para grunhir e venha até à Praça do Comercio em Lisboa, pelas 15h.

Vejam aqui mais informações: Zombie Walk Lisboa.

E é mesmo isso que estão a ouvir, uma passeata de zombies! Despenteiem os cabelos, rasguem roupas velhas, sujem-se de sangue falso, pintem olheiras e feridas, e venham juntar-se aos outros zombies que irão passear por Lisboa.

Além de eventos, aproveito ainda para divulgar uma ferramentazinha engraçada:

StumbleUpon

Aqui está o verdadeiro conceito de Zapping pela internet. Esta ferramenta permite adicionar uma pequena barra ao vosso browser (firefox; ie) que vos permite “stumble”. Isto é, escolhem uma lista de temáticas que vos agradem, e assim, sempre que carregarem “stumble”, surge um site acerca dessas mesmas temáticas. Encontram-se coisas engraçadas, que de outra forma não nos lembraríamos de pesquisar.

Psicologicamente informativa…

E-zine Nova, para amantes da Ficção!

Após a ausência deste ultimo mês aqui no blog, cá estou eu de volta. Caso tenham reparado na “alteração” dos widgets nas barras laterais aqui do Psicologicamente, deveu-se a um probleminha do wordpress, que desapareceu com eles por uns dias. Portanto, foi necessário voltar a colocá-los nos seus respectivos lugares, ou melhor, colocá-los mais ou menos como estavam antes.

Como muitos de vocês já sabem, tenho um gostinho especial pelas áreas da Ficção Cientifica e da Fantasia e por rabiscar umas palavrinhas dentro destes géneros. Como tal, aproveito para publicitar aos amantes desta área, uma Nova iniciativa.

Trata-te de um e-zine, chamado Nova (um fanzine electrónico na área da Ficção Científica e do Fantástico), disponibilizado gratuitamente aqui (no seu formato original, compatível com o Microsoft Reader) ou aqui (em formato .pdf). Para os que costumam estar atentos a este tipo de iniciativas em Portugal, já devem com certeza ter ouvido o nome do seu editor, Ricardo Loureiro, através dos seus projectos anteriores como o Hyperdrivezine.

No primeiro número do e-zine podem encontrar 3 contos, Noosfera, da autoria de João Ventura; A Saga do Homem-Cavalo, por Telmo Marçal, e… pois, e um contozinho da minha autoria, chamado O Processo. Já há algum tempo, este foi o conto com o qual participei num dos passatempos que o editor do fanzine organizou no fórum Filhos de Athena. Agora aqui o encontram, para quem tenha curiosidade em ler.

Além dos contos, podem ainda contar com duas resenhas de Artur Coelho acerca do Conan de Robert E. Howard (quem não conhece o Conan?); uma resenha por Jefferson Luiz Maleski dedicada a’ O Pistoleiro – A Torre Negra, de Stephen King; um artigo de Cynthia Ward: “Fc no Feminino”, e ainda alguns complementos pelo meio do fanzine, que deixo à vossa descoberta.

Fica o convite à leitura e a qualquer comentário que desejem fazer aqui, ou no fórum do e-zine.

Psicologicamente à Vista do Mundo

Há 7 dias atrás, que resolvi colocar ali à direita um contadorzinho do ShinyStats (não sabem o que é, olhem ali para a direita, para o canto inferior da barra lateral). Tendo em conta que o WordPress já nos proporciona um serviço estatístico, não há grande necessidade de incluir outro counter, no entanto, serviu para apaziguar a minha curiosidade (Aquele sentimento de experimentar coisas que se vêem em algum lado, mesmo quando são coisas totalmente useless). Como obviamente não vamos gastar dinheiro com estas curiosidades, há que dizer que a versão Free, só contabiliza 1000 pageviews diárias, o que ultimamente, e felizmente, o Psicologicamente tem ultrapassado (viram o festival de “mente’s” aqui?). O que ainda aumenta a inutilidade da coisa, claro…

No entanto, há coisas com piada, que o wordpress por si só, não nos permite “ver”.

Sendo o Psicologicamente, um blog exclusivamente escrito em Português, tem alguma piada verificar os países pelos quais é visitado: psicologicamenteeomundo.JPG

Quanto a Portugal não há novidade, e a existência de uma fatia ainda significativa de visitas vindas do Brasil, também não é surpreendente. Depois, é engraçado ver a totalidade dos países: visitspercountry.JPG

Em 7 dias…. bastantes hein?

Calculo que grande parte destas visitas, se expliquem com o mero acaso de terem vindo aqui parar, concluindo que “eish, não percebo nada do que está escrito”, e consequentemente, se tratem de visitas únicas.

No entanto, algumas significarão pessoas que sabem português, ou que até são de nacionalidade portuguesa e que vivem noutros países. É sempre engraçado, saber que chegam até nós de vários cantos do Mundo=)

E para completar… Até já vou estando “à Vista”:

so.JPG

Já chegam aqui mais “Vistas“, que Mac’s e Linux, não deixa de ter alguma piada.

(No total, aproximo-me das 125.000 page views, o que me deixa bastante surpresa e agradada)

Psicologicamente analisando as estatísticas.

EDIT: e o Shiny serviu para o que serviu, e saiu de cena =P

WordPress vs Livejournal – Passado e estado actual.

Hoje em dia, quem não tem um “blog”? Todos sabemos que o número de blogs existentes nas várias plataformas disponíveis, cada vez é maior. E quem frequenta com alguma regularidade a Internet, tem um blog.

Ao ler este post apeteceu-te também traçar algumas linhas, acerca de algumas plataformas existentes, especialmente, o wordpress e o livejournal, visto serem as que uso.

Muitos são os casos, da pessoa que deseja iniciar um blog, mas não sabe muito bem onde o fazer, dada à oferta existente. Eu diria, que depende bastante de quais são os objectivos do dito blog.

Pessoalmente, criei um livejournal há uns 5 anos atrás. Nessa altura, quando ainda eram necessários os ditos invite codes, para que se pudesse criar um, não hesitaria em colocar o livejournal no topo destas plataformas.

Vantagem:

– Um espaço, na altura mais virado para as artes da escrita, que me permitia mostrar “ao mundo” as minhas palavras.

Com o objectivo inicial de colocar contos, ou pequenos textos, escritos por mim, o livejournal foi-me mostrando cada vez mais o lado de comunidade. A possibilidade de juntar um grupo de amigos de escrita, que nos criticavam, elogiavam, ajudavam quando preciso, e que rapidamente passou a ser mais que um grupo virtual.

Com o criar destes laços, o livejournal foi-se transformando no que tradicionalmente chamamos um “diário”, onde contamos as nossas histórias, partilhamos as nossas alegrias e afogamos as nossas mágoas. Entrou, quanto a mim, numa esfera demasiado pessoal, e de menor interesse público.

Para quem pretende do dito espaço, um “diário”, um espaço de partilha de aventuras do dia-a-dia, o livejournal continuará assim como o meu espaço de eleição.

No entanto, e o que me motivou a deixá-lo para segundo plano, e a dedicar-me a este blog, foi precisamente esse excesso de “pessoalidade”. O livejournal passou a fazer-me sentido, somente dentro de um restrito grupo de amigos. “Interesso-me pela vida dos que me preocupo, e não propriamente da vida de desconhecidos…”.

Com o objectivo mais amplo de expor opiniões um verdadeiro blog ganha vantagem. Se por um lado, o livejournal se transformou “no que só quero que os meus amigos leiam”, um blog é um espaço onde “quanto mais pessoas lerem, melhor”. Se no primeiro se expõe um lado mais pessoal, no segundo evita-se tudo quanto caía na esfera da privacidade de cada um.

Se há uns anos, os blogs pareciam ficar esquecidos na imensidão da net (sem visualizações ou comentários), e no livejournal proliferavam as discussões, actualmente é bastante mais simples dar visibilidade a um blog, e transformá-lo num espaço de discussão pública.

Quanto ás plataformas para um blog, a minha preferência, iria sem dúvida, para o blogger e o wordpress, achando que este último, cada vez mais, permite uma maior visibilidade e algum espírito de comunidade. Espírito este, no sentido da troca de links, views e comentários, e não no sentido da partilha da esfera pessoal de cada um.

Claro que um blog, ou um lj, é, simplesmente, o que fizermos dele. E podemos inverter papeis, e usar um blog como diário, e um lj como um local de critica social. No entanto, e tendo em conta a estrutura de cada um, penso que o contrário será mais adequado.

No wordpress, conseguimos:

– Analisar as estatísticas do nosso blog, coisa que não é possível no lj. (O que confirma que a maior visibilidade é um objectivo de um blog, e não de um lj).

-No livejournal, conseguimos

– Restringir alguns posts a grupos de friends específicos, o que permite o salvaguardar da nossa privacidade.

Para quem conhece e frequenta ambos os espaços, não ficaram novidades, simplesmente um balanço dos prós e os contras de cada um deles, consoante os nossos objectivos.

Psicologicamente virada para o wordpress.

Ps – E para quem quiser transportar o seu blogger, para o wordpress, não esquecer que cá está a nova ferramentazinha

Baby Blogs ou Catálogos de Bebés?

Existem variados tipos de Blogs, e até variados Blogs sem tipo. Uns com mais interesse, mais com menos, outros com total interesse, e outros ainda sem interesse algum.

Claro que o conceito de interesse é extremamente subjectivo. À partida, se faço um blog, este tem algum interesse para mim. Pode no entanto, não o ter para mais ninguém. No fundo, se o nosso objectivo é nos sentirmos bem com aquilo que fazemos, não importa muito se tem interesse ou não para os outros.

E serve esta introdução, para que não levem a mal o que direi sobre Baby Blogs, pois não passa somente de uma opinião pessoal, sem qualquer perjúrio para os donos deste tipo de blogs.

O que são Baby Blogs? Um blog, onde uma recém-mãezinha, ou um recém-paizinho, faz o chamado, diário do seu bebé. A primeira comidinha, o primeiro passinho, a primeira palavrinha, o primeiro cocózinho… (quem sabe, com imagens destes belos (ou não) acontecimentos).

Isto leva-me a algumas questões. Existem muitos bebés por aí e obviamente que são a melhor coisa do mundo para os seus próprios pais. Para quem não conhece, nem bebé, nem os pais, o que é que interessa se o bebé já disse ou não, o seu primeiro palavrão? A única utilidade que verei, é ser possível observar as experiências dos outros, e assim aprender algo de como cuidar de um bebé (claro que para isto também existem livros).

Parecem quase catálogos de bebés, onde se escolhe qual é o mais desenvolvido e bonito… “o meu é mais bonito”; “o meu já fez isto”. Mostrar o bebé como sendo um troféu pessoal, esquecendo que está ali um ser humano, que provavelmente quando crescer, não vai achar piada alguma a ter fotos espalhadas pela net. (já nem menciono a maravilha que estes blogs devem ser para os pedófilos).

Imaginem-se na pele de um bebés destes? Gostavam de um dia, perceber que os vossos primeiros anos de vida foram mostrados ao mundo? Muitos de nós temos álbuns dessa fase em que éramos pequenos. É uma coisa extremamente pessoal e que só mostramos às pessoas de quem mais gostamos. Claro que quando crescer, poderá apagar o blog… mas ai já é tarde, já fora visto por imensas pessoas, sem ter direito à escolha…

Acho que há determinadas coisas que deveriam ficar ao critério do próprio. E sendo o próprio, ainda impróprio para a escolha, dever-se-iam evitar certas decisões…Bem basta não escolhermos o nosso próprio nome.

Psicologicamente desinteressantes…

MSN vs IRC – Duelo de Titãs

Hoje resolvi falar-vos desta luta incessante entre estes dois meios de comunicação! Todos os que frequentam regularmente a Internet há uns aninhos, sabem que nessa altura o IRC era o meio de comunicação por excelência. Era rara a pessoa que não tinha o seu canal, muitos dos canais estavam sempre cheios e conversa não faltava. (Vou abstrair-me de comentar a típica conversa de engate, talvez o faça noutra altura). Entretanto surgiu o grande boom do MSN e foram muitos os que foram passando a deixar de frequentar o IRC (basta pensarmos na quantidade de nicks sempre ocupados na altura, e na facilidade actual de usarmos o que primeiro nos vier à cabeça).

Porquê esta mudança?

– As pessoas estavam realmente fartas de desconhecidos a meter conversa em pvt com o mesmo vocabulário de sempre “idd? Nome? dd tcl? Bla bla”… isto para não entrar por exemplos mais obscenos.

– E as vantagens do MSN: ter uma lista restrita de pessoas, em vez de nos sujeitarmos a quem possa entrar num determinado canal que nem é nosso. É de facto um ambiente mais privado, e não esquecer que está cheio de mariquices: a possibilidade de userpic, das frasezinhas, de smiles todos coloridos, etc, etc. Além disso temos uma facilidade diferente de ver directamente as pessoas a entrar e sair da net, apesar de isto já ser possível pela notify no IRC. O MSN tornou-se numa marca de identificação do estado de ligação de cada um: ao ligar a net, imediatamente (ou até automaticamente), deixamos ligar o MSN. No IRC é diferente: ligamo-lo quando nos apetece conversar.

E agora, passados uns anos de uso do MSN. O que mudou novamente? Cada vez mais se nota a necessidade de regresso às origens. Alguns canais ressuscitaram apesar de não terem retomado nem metade da actividade de outrora.

Quantos de vós se encontram fartos de listas de cento e tal pessoas no MSN em que só falam regularmente com umas 10? E a nostalgia de grandes conversas em canais de amigos, quem as sente?

E no meio do duelo, surgem outros intermediários, um deles gritando “google talk, google talk”!

Psicologicamente Comunicativa…